quarta-feira, 13 de junho de 2018

Mas e ai, quanto de carboidrato é considerado Low Carb?

Qual a proporção de  carboidratos existem em uma dieta baixa em carboidratos? Depende. Depende do que você está tentando alcançar e de quem você é.
De um modo geral, quanto menos carboidratos, mais eficaz será. Perda de peso mais rápida sem fome. Reversão mais rápida e potente do diabetes tipo 2
Mas também mais restritivo e possivelmente mais desafiador.

Aqui estão três exemplos de como uma refeição com pouco carboidrato pode parecer, dependendo de quantos carboidratos você come por dia

Nossa definição

Aqui está a maneira como definimos diferentes níveis de Low carb :

Low Carb cetogênico <20 gramas de carboidratos por dia.
Esta é uma dieta cetogênica (se a ingestão de proteína é moderada). Este nível é definido como abaixo de 4% de carboidratos energéticos em nossas receitas, onde também mantemos o nível de proteína baixo ou moderado (o excesso de proteína é convertido em carboidratos no corpo). a palavra “ceto” ou “cetogênico” tornou-se comumente usada, nós mudamos para apenas usar este termo, por simplicidade.

Low Carb  moderado 20-50 gramas por dia. Este nível é definido como entre 4-10% carboidratos em nossas receitas

Low Carb Liberal 50-100 gramas por dia. Isso significa 10-20% carboidratos em nossas receitas
Para comparação, uma dieta ocidental regular pode conter facilmente 250 gramas de carboidratos ou mais em um dia, a maioria deles carboidratos refinados, incluindo açúcar.

Os números acima referem-se a carboidratos digestíveis e descontam a fibra. Você pode deduzi-los de suas contagens de carboidratos, ou seja, comer toda a fibra natural  dos vegetais, por exemplo.

Outra palavra para carboidratos digeríveis, com a fibra deduzida, é "carboidratos líquidos".

No entanto, não se deixe enganar pelo rótulo "carboidratos líquidos" de produtos processados, como barras de chocolate. Isso geralmente é apenas uma maneira de enganá-lo, e esses produtos costumam ser cheios de álcoois de açúcar com efeitos negativos no seu peso e açúcar no sangue. Sugiro não comer nada com as palavras “carboidratos líquidos” impressos.

Para se obter a contagem de carboidratos líquidos é necessário subtrair a fibra dos carboidratos. por exemplo, se uma alimento como o brócolis tiver 7 gramas de carboidrato e 3 gramas de fibra, isso indica que ele terá apenas 4 gramas de carboidratos líquidos.


Como escolher

Algumas pessoas precisam manter os carboidratos muito baixos para o efeito máximo - uma dieta estrita de baixo carboidrato. Isso inclui muitas pessoas com problemas significativos de peso, diabetes (principalmente tipo 2) e dependência alimentar ou de açúcar, por exemplo.

Outros - pessoas com menos intolerância a carboidratos - fazem muito bem com uma dieta mais liberal, com poucos carboidratos. Isso também minimiza o risco de efeitos colaterais.

Um terceiro grupo de pessoas saudáveis, magras e ativas pode não precisar de uma dieta tão baixa em carboidratos, contanto que elas comam principalmente carboidratos  não processados.

Se você quiser começar a fazer low carb, eu sugiro começar com uma versão estrita, apenas para experimentar o que realmente ela pode fazer por você. Mais tarde, à medida que você conseguir  seus objetivos de peso e saúde, pode tentar adicionar mais carboidratos naturais para ver o quanto você tolera.


Uma dieta Low Carb é pobre em carboidratos, encontrada principalmente em alimentos açucarados, massas e pão. Em vez disso, você come alimentos reais, incluindo proteínas, gorduras naturais e vegetais.
Estudos mostram que dietas com pouco carboidrato resultam em perda de peso e melhora os indicadores de saúde, e quase todo mundo conhece alguém que tenha tentado essa dieta.1 Não há necessidade de contar calorias ou usar produtos especiais. Então, por que ainda não tentou?

Saiba mais sobre baixo consumo de carboidrato e como  obter seus objetivos pessoais aqui.  continue lendo abaixo.

Uma dieta baixa em carboidratos significa que você come menos carboidratos e uma maior porção de gordura. Isso também pode ser chamado de dieta baixa em carboidratos e gorduras (LCHF) ou uma dieta cetônica.

Há décadas nos dizem que a gordura é prejudicial à nossa saúde. Enquanto isso, produtos dietéticos com baixo teor de gordura, muitas vezes cheios de açúcar, inundaram as prateleiras dos supermercados. Este foi um grande erro, que coincidiu com o início da epidemia de obesidade.

Estudos mostram agora que não há razão para temer as gorduras naturais. A gordura é sua amiga (aqui está o porquê). Em uma dieta baixa em carboidratos, você minimiza sua ingestão de açúcar e amidos. Você pode comer outros alimentos deliciosos até estar satisfeito - e ainda perder peso.

Como funciona? Quando você evita açúcar e amidos, o açúcar no sangue se estabiliza e os níveis de insulina, o hormônio de armazenamento de gordura diminuem. Isso aumenta a queima de gordura e faz com que você se sinta mais saciado, reduzindo a ingestão de alimentos e causando perda de peso.

Estudos provam que uma dieta baixa em carboidratos facilita tanto a perda de peso e controle do açúcar no sangue, entre outros benefícios.

O básico:

Coma: carne, peixe, ovos, vegetais que crescem acima do solo e gorduras naturais (como manteiga).
Evite: Açúcar e alimentos ricos em amido (como pão, macarrão, arroz, feijão e batata).
Coma quando estiver com fome, até que esteja satisfeito. É simples assim. Você não precisa contar calorias nem pesar sua comida. E esqueça os produtos com baixo teor de gordura produzidos industrialmente.

Quem deve evitar dietas com carboidrato muito baixo?

A maioria das pessoas podem iniciar com segurança qualquer tipo de dieta baixa em carboidratos. Mas nestas três situações você pode precisar de alguma preparação ou adaptação:

Você está tomando medicação para diabetes? insulina?
Você está tomando medicação para pressão alta?
Você está amamentando atualmente?

Se você não está em nenhum desses grupos, Você pode começar agora. Ótimo!

O que comer em uma dieta low carb?

Nesta seção você pode aprender exatamente o que comer com pouco carboidrato, se você preferir guias visuais, listas detalhadas de alimentos, receitas deliciosas ou um simples guia de introdução.

Vamos começar com um rápido guia visual para low carb. Aqui estão os grupos básicos de alimentos que você pode comer o que quiser, até que esteja satisfeito:





Gorduras Naturais.
Carne vermelha.
Peixes.
Aves.
Azeites.
Vegetais.
Ovos.
Queijos.


Evite os alimentos a seguir:

Aqui está o que você não deve comer  - alimentos cheios de açúcar e amido. Esses alimentos são muito mais ricos em carboidratos.



Bananas.
batatas.
Macarrão.
Rosquinhas.
Bolachas.
Pães.
Cerveja.
Arroz.
Refrigerantes.
Doces.
Chocolates.


O que beber? 

Água.
Chás.
Café.
Taça de vinho tinto, ocasionalmente

De preferencia não colocar açúcar em nenhum deles.

Quanto de carboidrato é considerado Low Carb?

Quanto menos carboidratos você ingere, mais poderosos serão os efeitos no peso e no açúcar no sangue. Recomendamos inicialmente seguir os conselhos dietéticos de forma bastante rigorosa. Quando você estiver feliz com o seu peso e saúde, você pode cuidadosamente tentar comer mais carboidratos (se você quiser).

Aqui estão três exemplos de como uma refeição com pouco carboidrato pode parecer, dependendo de quantos carboidratos você planeja comer por dia:




terça-feira, 12 de junho de 2018






Você sabe o que são sementes crioulas? Sementes crioulas são aquelas sementes produzidas, melhoradas e conservadas por uma família de agricultores e que assumem características próprias sem perderem sua qualidade, tornando-se adaptadas a condições extremas (como os milhos ou as batatas, cultivadas nos Andes, em situações inóspitas) ou sendo resistentes a pragas agrícolas, pela própria seleção natural.

São crioulas porque adaptadas a microrregiões, são crioulas porque resistem bem às pragas comuns na sua micro-área de cultivo que é o que interessa ao agricultor familiar. E, por esses motivos, essas sementes são de importância fundamental para a biodiversidade – nelas se resguarda o equilíbrio ecossistêmico da biota à qual pertencem. Não falham nas adversidades, sempre dão alimento aos humanos que as cultivam, não os deixam passar fome, porque são fortes, resilientes com as variações ambientais da sua região de cultivo. Isso as torna fundamentais também para o combate da fome, assim como a recuperação das técnicas agrícolas ancestrais, também essas, crioulas.

As famílias que produzem sementes crioulas são os “guardadores de sementes”, importantes em cada região, em cada cultura, pelo mundo à fora, famílias que ainda hoje, geração traz geração, podem ofertar à humanidade o segredo da soberania dos povos e da produção agrícola em sintonia com a natureza.

Em uma entrevista à ASACON – Articulação Nacional de Agroecologia, Flávia Londres, especialista em biossegurança e sementes e consultora do Agricultura Familiar e Agroecologia (AS-PTA) explica a diferença entre as sementes crioulas e as produzidas pela seleção científica, para a agroindústria. Diz ela que: “A seleção das variedades crioulas tradicionalmente realizada pelos agricultores familiares, ao contrário, não é focada somente na produtividade. Tomando-se como exemplo a cultura do milho, características como a produção de palha, importante para alimentação dos animais da propriedade, o porte das plantas e a espessura do colmo, que serve de sustentação para culturas trepadeiras cultivadas em consórcio, o fechamento das espigas, que protege os grãos do ataque de insetos durante o armazenamento, ou a resistência a períodos secos, podem ser tão ou mais importantes para os agricultores quanto a produtividade dos grãos. Características como o sabor ou o tempo de cozimento também são levadas em conta. O manejo da diversidade é outro componente importante desses sistemas, conferindo a eles maior segurança”.



“Não é verdadeira a afirmação de que precisamos dos agrotóxicos para alimentar uma população crescente e faminta. (...) o mundo produz comida suficiente para alimentar a todos e o que falta é igualdade de distribuição e acesso à renda para produzir ou comprar alimentos”. Essa afirmação, também de Flávia Londres no texto “Agrotóxicos, um mal realmente necessário?”, tem toda a razão de ser e não podemos esquecer a quem interessa o uso, a venda, a produção, a comercialização, a dependização do agricultor ao agrotóxico senão, e unicamente, à indústria que o produz e que busca cada vez mais lucros em seu mercado.

Essa é a razão de ser da campanha mundial pela recuperação do uso das sementes crioulas, pois assim, simples sementinhas plantadas pela mão do camponês em qualquer parte do mundo, é base indestrutível da soberania dos povos.


FONTE:

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segunda-feira, 11 de junho de 2018




Primeiro a Monsanto negou que o milho transgênico, semente produzida por eles para o mundo todo, fizesse algum mal à saúde de quem o consome. Negou, negou mas, as evidências foram incontornáveis e, claro, durante o processo a verdade veio à tona. Sim, o milho transgênico faz um mal danado à saúde de quem o consome.

No Brasil, e no mundo, grande parte de todo o milho cultivado em monocultura é transgênica e direcionada ao consumo animal - produzimos milho, transgênico para alimentar gado diverso. Ou seja, os efeitos dessa transgenia vão para a carne que comemos, é de se supor.

O milho é um dos alimentos mais antigos da história da humanidade e tem uma importância imensa na alimentação dos povos latino-americanos, sua região de origem mas, se o milho transgênico faz mal para a saúde, então vamos comer o quê? E como suprir todos os benefícios que o milho nos dá? Vitaminas A e B, proteínas e minerais (ferro, fósforo, potássio e cálcio) se junto com eles engolimos também o Bacillus thuringiensis e outros componentes alheios à nossa alimentação e interesse?

Um artigo do biólogo molecular Gilles-Eric Séralini publicado no International Journal of Biological Sciences confirma que ocorrem os efeitos negativos sobre o nosso fígado e rins, pela sobrecarga de toxinas que os grãos transgênicos nos aportam. Durante o processo contra a Monsanto, os pesquisadores publicaram e divulgaram os estudos comparativos que fizeram entre os efeitos das sementes transgênicas de milho MON 863, NK 603 e MON 810 sobre a saúde de mamíferos (as duas últimas são permitidas no Brasil).

O mau efeito do consumo de milho transgênico
O consumo do milho NK 603, permitido no Brasil, resulta em perda da função renal e alterações importantes nos níveis de creatinina tanto no sangue quanto na urina - segundo os pesquisadores, estes dados podem ter a ver com a geração de problemas cardíacos pois indicam afetação significativa dos músculos.

Já o milho MON 810 resulta em aumento dos processos imuno-inflamatórios generalizados e hiperplasia branda dos rins nas fêmeas. Ou seja, segundo esse estudo francês, conclui-se que existem evidências claras de que essas três variedades de milho modificado, as mais abundantes nos monocultivos by Monsanto, contribuem bastante para o aumento dos processos inflamatórios, que já se sabe serem precursores de outras doenças, dentre elas, do câncer.

Bom, e não devemos esquecer que a monocultura transgênica, seja ela de milho, soja, ou do que for, vem carregada da toxicidade dos pesticidas mais perniciosos (glifosato e Bt) que já se conhecem, não? Induzem a um estado de toxicidade, que pode resultar da exposição a pesticidas (glifosato e Bt - Bacillus thuringiensis).

Mentira ou avaliação obtusa da CTNBio?
Resulta desta avaliação de que é mentirosa ou, no mínimo, obtusa, as conclusões da Comissão Técnica de Biossegurança, a CTNBio, quando informa que “o milho NK603 é tão seguro quanto às versões convencionais”, que a modificação genética “não modificou a composição nem o valor nutricional do milho”, que “há evidências científicas sólidas de que o milho NK 603 não apresenta efeitos adversos à saúde humana e animal” e que “o valor nutricional do grão derivado do OGM referido tem potencial de ser, na realidade, superior ao do grão tradicional”. A CTNBio também avalia que no caso do MON 810 “os efeitos intencionais da modificação não comprometem sua segurança nem resultaram em efeitos não-pretendidos” e que a “proteína é tóxica somente para lagartas” (Movimento dos Pequenos Agricultores - MPA).

Para ajudar nessa discussão, proponho que você leia atentamente a entrevista com Antônio Inácio Andrioli que explicita os riscos reais que sofremos ao continuarmos permitindo que alimentos transgênicos componham nossa indústria alimentar, seja ela como ração animal ou não. Os danos ambientais afetam tanto a humanos quanto à toda a vida.

Lutar é preciso
É preciso ter atitude e participar na Campanha “Por um Brasil livre da transgenia”.

Milhos crioulos
A melhor possibilidade que temos para sair deste atoleiro de doença e transgenia é recorrer às sementes crioulas que, em cada região, são adequadas às condições ambientais e resistentes aos bichinhos mais prejudiciais. Claro, o milho vai ter que deixar de ser aquele amarelinho, todo de grãos idênticos, com espigas todas cheias e perfeitas. Aliás, é essa perfeição, tão ao gosto do mercado de capitais e lucros, que vem estragando a saúde de todos nós.

E, claro, para que isto seja possível de se realizar, teremos de privilegiar a produção agroecológica dos pequenos produtores rurais. Esta é a revolução necessária para que a saúde humana seja preservada. Nem mas, nem meio mas...


sábado, 10 de março de 2018



 Ao tentar memorizar algo novo, é normal partir da premissa de que, quanto mais nos concentramos, melhor será nosso desempenho.
Contudo, passar algum tempo sem fazer nada pode ser exatamente o que você precisa. Escureça o ambiente, sente-se e desfrute de 10 a 15 minutos de contemplação silenciosa, e você vai perceber que sua memória estará muito melhor do que tivesse tentado usar o momento de forma mais produtiva.
Uma nova pesquisa revela que devemos buscar "interferências mínimas" durante essas pausas - evitando deliberadamente qualquer atividade que possa interferir na delicada missão de formação da memória. Por isso, evite executar tarefas pequenas, verificar seus emails ou mexer no seu smartphone. Você realmente precisa dar ao seu cérebro a oportunidade de uma recarga completa sem distrações.
Uma desculpa para não fazer nada pode parecer uma técnica mnemônica perfeita para o estudante preguiçoso, mas essa descoberta também pode fornecer algum alívio para pessoas com amnésia e algumas formas de demência, sugerindo novas maneiras de liberar uma capacidade latente e não reconhecida de aprender e lembrar.

Recarregando as baterias

Os extraordinários benefícios de estimulação à memória durante um repouso tranquilo foram documentados em 1900 pelo psicólogo alemão Georg Elias Muller e seu aluno Alfons Pilzecker.
Em uma de suas muitas experiências sobre consolidação da memória, Muller e Pilzecker pediram aos participantes que memorizassem uma lista de sílabas sem sentido. Após um curto período de estudo, metade do grupo recebeu imediatamente uma segunda lista para memorizar - enquanto o resto pôde descansar por seis minutos antes de continuar com a tarefa.
Testados novamente uma hora e meia depois, os dois grupos apresentaram diferentes padrões de memorização. Os participantes que puderam descansar por seis minutos lembraram de quase 50% de sua lista, em comparação com uma média de 28% do grupo que não pôde "recarregar" suas baterias mentais.
A descoberta indicou que nossa memória para novas informações é especialmente frágil logo após a codificação, tornando-a mais suscetível a interferências.

Apesar de vários psicólogos terem revisitado o tema ao longo dos anos, foi apenas no início dos anos 2000 que suas implicações mais amplas começaram a ser conhecidas, a partir de uma pesquisa de Sergio Della Sala, da Universidade de Edimburgo, na Escócia, e Nelson Cowan, da Universidade de Missouri, nos EUA.
Os pesquisadores estavam interessados em descobrir se uma interferência reduzida poderia melhorar as memórias de pessoas que sofreram uma lesão neurológica, como um acidente vascular cerebral.
Usando uma configuração semelhante ao estudo original de Muller e Pilzecker, eles deram aos participantes listas de 15 palavras. Dez minutos depois, testaram a memória deles. Em alguns testes, os envolvidos permaneceram ocupados realizando alguns testes cognitivos. Em outros, foram convidados a se deitar em um quarto escuro e evitar cair no sono.
O impacto dessa pequena intervenção foi mais profundo do que qualquer um poderia supor. Embora os dois pacientes mais gravemente amnésicos não tenham se beneficiado, os outros triplicaram o número de palavras que poderiam lembrar - de 14% para 49%, colocando-os quase na faixa de pessoas saudáveis sem danos neurológicos.

Os resultados seguintes foram ainda mais impressionantes. Os participantes foram convidados a ouvir algumas histórias e a responder perguntas sobre elas uma hora depois. Sem poder descansar, eles só conseguiam lembrar apenas 7% dos fatos das histórias; com o resto, essa taxa saltou para 79% - um aumento astronômico de 11 vezes na informação que eles conseguiram memorizar.
Os pesquisadores também encontraram um benefício semelhante, embora menos pronunciado, para participantes saudáveis em cada caso, aumentando a proporção do que lembraram entre 10 e 30%.

Memória espacial

Della Sala e a ex-aluna de Cowan, Michaela Dewar, da Universidade Heriot-Watt, nos Estados Unidos, realizaram diversos estudos complementares desde então, replicando a descoberta em contextos muito diferentes.
Em participantes saudáveis, descobriram que esses curtos períodos de descanso também podem melhorar nossas memórias espaciais - ajudando, por exemplo, os participantes a lembrar a localização de diferentes pontos de referência em um ambiente de realidade virtual. Essa vantagem permaneceu uma semana após a tarefa de aprendizado original, e parece beneficiar tanto os jovens quanto os idosos.
Além dos sobreviventes de acidentes vasculares cerebrais, os pesquisadores também encontraram benefícios semelhantes para pessoas nos estágios mais leves do mal de Alzheimer.
Em cada caso, eles simplesmente pediram aos participantes que se sentassem em uma sala com luz reduzida e silenciosa, sem seus celulares ou distrações semelhantes.
"Não demos a eles instruções específicas em relação ao que deveriam ou não deveriam fazer enquanto descansavam", diz Dewar.
"Mas os questionários preenchidos no final de nossos experimentos sugerem que a maioria das pessoas simplesmente deixou suas mentes vagar", acrescenta.
Mesmo assim, devemos ter cuidado para não nos esforçar demais enquanto sonhamos acordados. Em um estudo, por exemplo, os participantes foram convidados a imaginar um evento passado ou futuro durante a pausa, o que pareceu reduzir a memorização do que acabaram de aprender.
Portanto, pode ser mais seguro evitar qualquer esforço mental empreendido durante nosso tempo de inatividade.

Por que isso acontece?

O mecanismo exato ainda é desconhecido, embora algumas pistas venham da crescente compreensão da formação da memória.
É sabido, por exemplo, que, uma vez inicialmente codificadas, as memórias passam por um período de consolidação que as cimenta no armazenamento a longo prazo.
Antigamente, pensava-se que isso acontecia principalmente durante o sono, com uma maior comunicação entre o hipocampo - onde as memórias são formadas pela primeira vez - e o córtex, um processo que pode construir e fortalecer as novas conexões neurais que são necessárias para a lembrança posterior.

Essa intensa atividade noturna pode ser a razão pela qual muitas vezes aprendemos coisas de forma mais eficaz antes de dormir. Mas, em linha com a pesquisa de Dewar, um estudo realizado em 2010 por Lila Davachi, da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos, descobriu que a solidificação da memória não se limitava ao sono, e que atividade neural semelhante ocorre também durante períodos de repouso.
Na pesquisa, os participantes foram primeiro convidados a memorizar pares de imagens - combinando um rosto com um objeto ou uma cena. Então, puderam se deitar e deixar suas mentes vagarem por um curto período de tempo.
Como era de se esperar, Davachi revelou uma maior interação entre o hipocampo e as áreas do córtex visual durante o repouso. Segundo ela, as pessoas que mostraram um maior aumento de conectividade entre essas áreas foram aquelas que se lembraram mais da tarefa.
Talvez o cérebro tenha algum tempo de inatividade potencial para cimentar o que acabou de aprender - e reduzir qualquer estímulo complementar neste momento pode facilitar esse processo. Parece que o dano neurológico pode tornar o cérebro especialmente vulnerável a essa interferência depois de aprender uma nova memória, razão pela qual o período de descanso provou ser particularmente importante para vítimas de AVC e pessoas com alzheimer.
Na era do excesso de informação, vale a pena lembrar que nossos smartphones não são os únicos que precisam ser recarregados de vez em quando. Nossos cérebros também.

Estratégias

Se você está interessado em maneiras mais rápidas e de baixo esforço para impulsionar sua memória, pode se beneficiar das seguintes estratégias:
Desafie-se: ativamente se empenhar em memorizar informações é muito mais efetivo do que apenas ler passivamente.
Dê um tempo: espere algumas semanas antes de voltar a visitar um material.
Converse consigo mesmo: o ato de simplesmente descrever um evento ajuda a fixá-lo na memória.
Mude o foco: às vezes pode ser benéfico misturar e fazer um rodízio dos assuntos, em vez de estudá-los em bloco.
Matéria original no BBC FUTURE

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018



As mulheres com cintura maior em relação aos quadris correm maior risco de ataques cardíacos do que os homens com obesidade "tipo de maçã" , segundo a pesquisa do George Institute for Global Health.

O estudo mostrou uma relação cintura-quadril  ser um preditor de ataque cardíaco melhor do que a obesidade geral - 18% mais forte que o índice de massa corporal nas mulheres e 6% nos homens.

O relatório descobriu que um IMC elevado estava ligado ao risco de doença cardíaca em ambos os sexos.

Os pesquisadores entrevistaram cerca de 500 mil adultos do Reino Unido entre 40 e 69 anos.

A pesquisa foi publicada no Journal of the American Heart Association e utilizou o recurso UK Biobank.

O Dr. Sanne Peters, autor principal do estudo,  da Universidade de Oxford, disse: "Nossos resultados sustentam a noção de que, proporcionalmente, mais gordura em torno do abdômen (uma característica do tipo da maçã) parece ser mais perigosa do que mais gordura visceral, que geralmente é armazenada em torno dos quadris (a forma da pera) ".

Ela disse que "olhar como o tecido adiposo é distribuído no corpo - especialmente nas mulheres - pode nos dar mais informações sobre o risco de ataque cardíaco do que as medidas da obesidade geral".

O Dr. Peters acrescentou: "Compreender o papel que as diferenças de sexo na distribuição de gordura corporal desempenham em futuros problemas de saúde podem levar a intervenções de saúde pública específicas do sexo que possam enfrentar de forma mais eficaz a epidemia de obesidade global ".

O estudo mostra  que a composição corporal e a distribuição de gordura diferiam marcadamente entre os sexos, mulheres com predominância de massa gorda e gordura subcutânea e homens com massa magra e gordura visceral.

Ele acrescentou: "Nosso estudo tem vários pontos fortes, incluindo o projeto prospectivo, grande tamanho de amostra e medição direta de adiposidade geral e central em todos os participantes.

"No entanto, o UK Biobank foi feito na população em grande parte branca, e são necessárias mais análises para determinar a generalização para outras populações".

Sintomas de ataque cardíaco
dor no peito -
sensação de pressão, aperto ou aperto no centro do seu peito
dor em outras partes do corpo
Sensação  como se a dor passasse de seu peito para os braços (geralmente o braço esquerdo é afetado, mas pode afetar ambos os braços), mandíbula, pescoço, costas e abdômen
Tontura forte
Suor Frio
falta de ar
sensação esmagadora de ansiedade (semelhante a ter um ataque de pânico)
tosse ou sibilância
Embora a dor torácica seja freqüentemente grave, algumas pessoas podem sentir dor menor, semelhante à indigestão.
Em alguns casos, pode não haver dor no peito, especialmente em mulheres, idosos e pessoas com diabetes.

Fonte: NHS Choices

Ashleigh Doggett, enfermeira cardíaca sênior da British Heart Foundation, disse: "Considerando a grande quantidade de participantes do Reino Unido, este é um estudo muito interessante que ressalta que a obesidade continua sendo um fator de risco para ataques cardíacos em homens e mulheres.

"Curiosamente, sugere que aqueles de nós que são" maçãs "em oposição à forma de" pêra ", especialmente mulheres, podem estar em maior risco de um ataque cardíaco.

"Nós sabemos por pesquisas anteriores da BHF que as mulheres geralmente são mal diagnosticadas inicialmente ao ter um ataque cardíaco, então, como armazenamos gordura e a forma, pode ser um fator importante para a equipe médica considerar quando faz um diagnóstico.

"O estudo ressalta a necessidade de pesquisa similar entre populações mais diversas e para pesquisas futuras sobre diferenças de sexo que possam liderar o tratamento nos pacientes de forma individualizada".


FONTE BBC NEWS.

sábado, 6 de janeiro de 2018




Aspectos botânicos: - Planta da família Compositae (compostas). Planta pequena, de até 35 cm, caracterizada por apresentar um rizoma cônico, curto e ramificado, de sabor agridoce. Folhas de sabor amargo, denteadas, que formam uma roseta basal de onde partem os talos floríferos, coroados por um capítulo amarelo. A floração ocorre no final da primavera e início do verão. Original da Europa e Ásia, disseminado atualmente em todo o mundo. Cresce em solos úmidos e ricos em nitrogênio, em altitudes de até 2.000 metros, e é considerada uma erva invasora.

Nomes comuns: - Dente de leão, taraxaco, chicória amarga, almeirão, seraalha (Port.), dandelion (Ingl.), piss em lit (França), soffione (Itália);

Histórico: - Sua denominação popular, vem da forma de sua folhas, recortadas em forma de dentes agudos e curvos. O termo taraxacum (‘‘eu retiro’’), vem de seu poder laxativo. A mitologia dizia que as folhas do dente de leão deveriam ser mastigadas por aqueles que cruzassem o rio Styx, que separaria o inferno da terra. A partir do século XI foi reconhecida como planta medicinal em escritos árabes. É considerada uma das plantas mais ativas e seguras como diurética e uma das melhores para tratar transtornos hepáticos.

Usos terapêuticos: - Problemas digestivos e hepáticos em geral (litíase biliar, cirrose hepática, icterícia, dispepsias, obstipação intestinal), diurético (poupador de potássio), antioxidante (rico em zinco) e coadjuvante no tratamento da obesidade, diabetes e desordens reumáticas. 

Princípios ativos: - Derivados terpênicos, esteróis, flavonóides, ácidos cafeico e cítrico, vitaminas A, B1, C, PP, D; resinas, ácidos graxos, aminoácidos, saponinas, taninos, minerais, princípio amargo (taraxacina), inulina, glicosídeo (taraxacosídeo). 

Partes utilizadas: - Folhas e raízes. 

Formas de uso e dosagem: 
Uso interno: folhas frescas podem ser utilizadas em saladas verdes; 

folhas secas: 4 a 10 gr 3x/dia, por infusão; infuso: 10 g de folhas por litro de água - 3 xícaras de chá/dia; 

raiz pulverizada: 01 g por dose, até 4 g/dia; extrato fluído: 30 gotas, 3 a 4 vezes ao dia; 

tintura mãe (raiz + folhas): 50 gotas 3X/dia; decocto: 2 a 3 colheres de chá das raízes em 250 ml de água, 3 xícaras/dia; 

tintura (1:5): 5 a 10 ml em 25% de álcool de cereais 3X/dia. 

Tempo de uso: - Pelo tempo que se fizer necessário. 

Efeitos colaterais: - Não relatados nas doses terapêuticas; pode ocorrer dermatites de contato (alergias) em pessoas sensíveis, devido às lactonas sesquiterpênicas. 

Contra-indicações: - Gravidez (apesar de não haver contra-indicações formais encontradas na literatura, devemos evitar seu uso em gestantes, pela sua capacidade de provocar contrações da vesícula biliar e possivelmente uterinas), pacientes com oclusão das vias biliares. Evitar o uso em crianças, pois pode causar irritação do trato gastrointestinal em doses elevadas. 

Lembramos, que as informações aqui contidas, terão apenas finalidade informativa, não devendo ser usadas para diagnosticar, tratar ou prevenir qualquer doença, e muito menos substituir os cuidados médicos adequados. 

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018




Agradavelmente adequado para uma grande quantidade de usos orais e tópicos e propriedades antimicrobianas, hortelã-pimenta pode ser o óleo essencial mais versátil no mundo. Literalmente, existem alguns problemas de saúde que não podem resolver.

Peppermint (Mentha piperita) é uma erva perene atingindo uma altura de 80-100 cm. Hortelã-pimenta no selvagem não ocorre. É cultivada na Ucrânia, Moldávia, Bielorrússia e partes da Rússia.Óleo essencial de hortelã-pimenta é extraído a partir das folhas da planta por meio de destilação a vapor de vapor. O principal ingrediente ativo – mentol. Hortelã-pimenta óleo essencial pronto tem um sabor delicado e uma luz verde cor amarela ou luz refrescante.

Efeitos e ações de Hortelã-pimenta
Efeitos de óleo de hortelã sobre os órgãos internos e sistemas

a estimulação do sistema nervoso
tônico
antiespasmódico
antisséptico
expectorante
diurético
anti-helmíntico
impedindo a secreção de leite
Efeitos do óleo de hortelã na esfera psico-emocional

Este óleo alivia o estresse emocional, acalma os nervos.
Ajuda a superar a insônia associada a situações de estresse.
Estimula a atividade mental, limpa a mente e ajuda a concentrar-se nesta tarefa.
Efeitos do óleo de hortelã no campo de bio-energia
Aroma “Yin”. Óleo de hortelã-pimenta pode fazer respiração energia limpa, estimula a renovação dos campos de conteúdo e de energia. Dá confiança no futuro e ajuda a mais aberta para as pessoas eo mundo. No nível bioenergético que protege contra doenças e lesões. Ele mantém as pessoas longe dos olhos do mal.

Uso de óleo de hortelã-pimenta
Uso de óleo de hortelã em cosmetologia

Nail Care: Devido às suas propriedades anti-fúngicos de hortelã-pimenta é indicado para a prevenção e tratamento de doenças fúngicas.



Cuidados com o Cabelo: óleo de hortelã-pimenta é muito útil para o cuidado do cabelo. O efeito de arrefecimento ajuda a aliviar a coceira no couro cabeludo. Além dela, ajuda a se livrar da caspa e piolho. Óleo de hortelã-pimenta tem anti-séptico, regenerativo e efeito estimulante, portanto, capaz de estimular o crescimento do cabelo para as pessoas que sofrem de alopecia. O uso deste óleo regularmente faz o cabelo brilhante e saudável.

Cuidados com a pele: Peppermint contém mentol, que funciona bem na pele oleosa. Ele reduz a produção de sebo e também restringe os poros da pele. Refresca a pele e reduz os sinais de fadiga. Devido às suas propriedades antibacterianas, óleo de hortelã pimenta remove acne e melhora a barreira protectora da pele.

Uso doméstico de óleo essencial: o óleo de hortelã-pimenta repele insetos e reduz a inflamação após suas mordidas. É útil como os repelentes contra a ratinhos, ratos, baratas, formigas.

O uso de hortelã-pimenta na culinária: É usado na preparação dos doces, gelados, bolos e outros confeitos. Apenas o óleo de hortelã adicionado a saladas e marinadas. Óleo essencial de hortelã-pimenta é usado para o chá aroma, vodka, vinho e outras bebidas alcoólicas.

Como usar o óleo de hortelã-pimenta

Indicações em uso de hortelã-pimenta

Óleo essencial de hortelã-pimenta tem a capacidade para tratar dores de estômago, dificuldade para respirar, dor de cabeça, náusea, febre, dores de estômago e intestinos.

Para o sistema digestivo. Óleo de hortelã-pimenta melhora a digestão, reduz flatulência, estimula o apetite, elimina náuseas e azia. Ajuda a relaxar os músculos lisos do tracto gastrointestinal, sem o uso de drogas. Para este fim, o óleo pode ser dissolvido (2-3 gotas) em um copo de água e bebida depois de uma refeição.

Odontologia. Óleo de hortelã-pimenta, devido às suas propriedades anti-sépticas, é muito útil em odontologia. Óleo essencial de hortelã-pimenta elimina o mau hálito, ajuda a proteger os dentes e gengivas de micróbios perigosos. Tem propriedades anti-inflamatórias.

Tratamento de náuseas e dor de cabeça com hortelã-pimenta. O óleo essencial de hortelã é uma boa maneira de eliminar náuseas e dores de cabeça. Para aliviar rapidamente a dor de cabeça simplesmente aplicar uma compressa com óleos essenciais de hortelã-pimenta na testa.

Para preparar uma compressa pegue um pano de algodão limpo ou um pedaço de gaze e mergulhe-o em uma solução de água fria e óleo essencial (200 ml de água 8-10 gotas de óleo essencial), torcer para fora e aplicar na testa. O procedimento dura 10-15 minutos.

Inalar óleo de hortelã-pimenta pode lutar contra a náusea e enjôo.

Como Aliviar Stress com hortelã-pimenta . Ele é capaz de aliviar o stress, depressão e exaustão mental. Este óleo também remove o sentimento de ansiedade e preocupação.

Infecções do trato urinário. Óleo essencial de hortelã-pimenta é rica em propriedades antibacterianas, por isso, pode ser usada para tratar infecções do tracto urinário (ITU).

As doenças respiratórias. Mentol, que em grande quantidade no óleo de hortelã-pimenta, ajuda a limpar as vias aéreas. Expectorante efectiva e, por conseguinte, fornece instantânea, mas temporário, alívio de numerosas doenças respiratórias, incluindo congestão nasal, sinusite, asma, bronquite, tosses e constipações.

Anestesia. Óleo essencial de hortelã-pimenta é usado topicamente na forma de compressas e massagem para aliviar dores de cabeça e muscular. Propriedades anestésicas do petróleo, devido ao seu arrefecimento e capacidades anti-inflamatórias.

O sistema imunitário. Óleo essencial de hortelã-pimenta é capaz de melhorar o sistema imunológico. Antiviral poderoso, antibacteriano e antifúngico. A composição do óleo de hortelã incluem cânfora, mentol e carvacrol, que são resistentes a algumas estirpes bacterianas perigosas, tais como Salmonella e Staphylococcus.

Circulação do sangue. O efeito estimulador do óleo de hortelã aumenta a circulação sanguínea.Estudos têm demonstrado que, logo que um par de terminais de óleo essencial de hortelã alcançar os nervos olfactivos, aumenta instantaneamente a velocidade do coração e a circulação sanguínea.O efeito estimulante do aumento da circulação sanguínea ajuda a aumentar o metabolismo e o fornecimento de oxigênio para os órgãos do corpo e do cérebro.



Contra-indicações no uso de óleo de hortelã-pimenta
Não recomendado para mulheres grávidas e lactantes.
Com o uso excessivo de óleo essencial do que pode causar dores de cabeça, azia, e reações alérgicas.
Se você tem alguma doença crônica, antes do uso de óleo de hortelã, por favor consulte um médico.
Óleo de hortelã-pimenta não deve ser usado em conjunção com remédios homeopáticos.
O uso prolongado de óleo de hortelã antes de dormir pode ter um efeito estimulante e levar à insônia.
Peppermint não deve ser usado se você tem pedras na vesícula, refluxo gastroesofágico ou úlceras estomacais.
É um fato bem conhecido que o óleo de hortelã-pimenta pode interagir com alguns medicamentos. Os pacientes que receberam um transplante de órgão geralmente tomam a medicação ciclosporina para prevenir a rejeição do órgão. Óleo de hortelã-pimenta interfere com a repartição da ciclosporina o que lhe permite manter-se na corrente sanguínea durante períodos mais longos de tempo.
Óleo de hortelã também pode reduzir os níveis de glicose no sangue que podem interferir com a eficácia de medicamentos diabéticos. Ela também pode reduzir a pressão arterial, levando-a com medicamentos para pressão arterial pode resultar em pressão sanguínea cair muito ou muito rapidamente.

Combina bem com: eucalipto, alecrim, limão, manjerona, sálvia, lavanda, cedro, cipreste, pinheiroe todos os citros.


quinta-feira, 30 de novembro de 2017




Os veganos e vegetarianos são grupos que correm um risco especial de ter uma deficiência de vitamina B12. Mas existem fontes veganas de B12?  A discussão se veganos e vegetarianos são ou não dependentes de suplementos é um tema central no que é relacionado  ao assunto da vitamina B12. 
A vitamina B12 ocupa um lugar especial na conversa da “forma mais natural de nutrição”. Se veganos e vegetarianos  sofrem de uma deficiência de vitamina B12 sem suplementos artificiais da vitamina isso significa, do ponto de vista dos onívoros, que essas formas de dietas alimentares não são naturais e que podem mesmo ser prejudiciais – justificando o consumo de carne.
Do nosso ponto de vista, uma discussão sobre a “dieta natural”  se torna insustentável, uma vez que a decisão por uma dieta vegana ou vegetariana é primeiramente uma questão pessoal, por muitas vezes precipitada por um ponto de vista ético. Por outro lado, os riscos de uma deficiência de vitamina B12 são muito sérios para a saúde e não devem ser considerados partindo de uma posição emocional, e sim de um ponto de vista nutricional e focado na saúde.
De uma perspectiva nutricional é importante perguntar:
  1. A nutrição vegan ou vegetariana é geralmente saudável e fornece todos os nutrientes necessários?
  2. É especialmente aconselhável que sejam consumidos suplementos de vitamina B12 quando se pratica uma alimentação vegan ou vegetariana?
  3.  A alimentação que inclui carne, peixe e produtos lácteos é saudável? Quais são as suas vantagens e desvantagens?
Está provado cientificamente que uma alimentação vegan ou vegetariana pode ser muito saudável. Nutricionistas e especialistas em alimentação são unânimes ao afirmar que quando se pratica uma seleção equilibrada e cuidadosa dos alimentos consumidos esta é uma decisão benéfica para a saúde. Em variados casos, pacientes que apresentam doenças e direcionam a sua dieta para alimentos de base vegetal verificam uma melhoria nos sintomas e um tratamento muito mais eficiente. As desordens relacionadas com colesterol e as chamadas doenças do estilo de vida moderno – como por exemplo, obesidade, doenças cardiovasculares, pressão arterial alta, diabetes – estão relacionadas com o consumo excessivo de carne. No entanto, é evidente que vegans e vegetarianos devem tomar uma atenção especial ao suplemento de vitamina B12. Este artigo informa como isso pode ser conseguido.

A vitamina B12 na nutrição vegana e vegetariana

consumo diário recomendado de vitamina B12 para um adulto são 3 microgramas, mas com a alimentação atual a absorção da vitamina B12 não é a ideal, o consumo deverá ser um pouco superior e os excessos da vitamina são excretados.
A vitamina B12 existe quase exclusivamente nos alimentos de origem animal, especialmente na carne, que contém até 65 microgramas por cada 100 gramas. Como produtos de origem animal são poucos ou inexistentes na dieta vegana ou vegetariana, existe um risco muito grande desses grupos não ingerirem a quantidade suficiente de vitamina B12.
É importante ressaltar que alimentos que supostamente teriam uma alta concentração de vitamina B12 como carne bovina, de porco, frango e peixe, quando analisados geralmente apresentam pequenas quantidades da vitamina.
No entanto, quem não consome uma grande quantidade desse tipo de produto e tem uma necessidade maior da vitamina – devido, por exemplo, a estresse – ou tem capacidades reduzidas de absorção, consegue, segundo estudos (ii) preencher rapidamente as necessidades com inclusão de carne na sua dieta.
Enquanto que na alimentação ovo-lacto-vegetariana existem ainda duas fontes ricas em vitamina B12, os ovos e o queijo (mas que mesmo assim não conseguem cobrir uma grande necessidade), na alimentação vegana não existem provas científicas de que exista alguma fonte de vitamina B12. Por essa razão é aconselhado que os veganos tomem suplementos alimentares de vitamina B12.
Reforçado pela Sociedade Internacional Vegana que disponibilizou o seu próprio suplemento alimentar “Veg”, é recomendado um suplemento diário contendo pelo menos 10 microgramas de vitamina B12 ou um de pelo menos 2.000 microgramas por semana, em adição ao consumo de alimentos enriquecidos com vitamina B12.

Deficiência de vitamina B12 em veganos e vegetarianos

A questão era clara: saber se veganos e vegetarianos sofrem de deficiência de vitamina B12 com tanta frequência como os omnívoros. E os resultados apontaram que a deficiência de vitamina B12 é extremamente comum, especialmente entre veganos e vegetarianos, é significativamente mais elevada do que entre os omnívoros. No entanto, na faixa etária da terceira idade, os números dos dois grupos aproximam-se.
Os veganos, no entanto, apresentam um risco extremamente elevado de deficiência de vitamina B12 em todas as camadas etárias. Estes argumentam que o número de pacientes com deficiência de vitamina B12 que inclui carne na sua dieta alimentar supera o número de vegans com esse desequilíbrio vitamínico. Em termos absolutos, este é um fato, mas é importante assinalar que apenas 0,1 a 0,2 por cento da população é vegana, então os números absolutos de pacientes com deficiência de vitamina B12 é, no geral, muito menor.
Em termos de percentagens, no entanto, o risco de uma deficiência de vitamina B12 em veganos e vegetarianos é muito mais elevado do que em outros tipos de alimentação. Enquanto apenas cerca de 7 por cento da população sofre deste desequilíbrio, entre os veganos os números situam-se nos 60 a 90 por cento. Mesmo em estudos efetuados por associações veganas chegaram-se a números alarmantes. Conflitos de interesse são, então, descartados, neste caso.
No caso dos vegetarianos o risco de deficiência de vitamina B12 é ainda bastante elevado. Neste casos os resultados dos estudos divergem, mas entre 20 a 70 por cento dos vegetarianos sofreram já algum tipo de deficiência de B12 – que afecta, em média, metade dos vegetarianos em média.
O risco aumentado de uma deficiência de vitamina B12 devido a uma dieta vegana ou vegetariana está provado cientificamente.  As associações veganas mais relevantes alinham-se agora com este ponto de vista, uma vez que a quantidade de resultados de estudos que afirmam essa verdade não permite outra atitude. Devido ao debate sobre se a alimentação vegan é de facto natural ou não a importância do risco de deficiência de vitamina B12  é muitas vezes ignorado ou transferido para segundo plano em artigos e fóruns veganos. O risco é muitas vezes ignorado e assim, desequilíbrios são muitas vezes desconhecidos.
Um desequilíbrio nos níveis de vitamina B12 permanece sem ser detectado durante bastante tempo, antes do surgimento de sintomas mais graves. Durante alguns anos, os sinais exteriores de deficiência de vitamina B12 são apenas fadiga, depressão e uma leve inflamação na boca – que raramente surgem ao mesmo tempo. Sintomas mais sérios surgem muitas vezes após dez anos, o que leva a crença de que não se tem deficiência de vitamina B12.
Em seguida, é apresentada uma visão geral de um plano para otimizar o consumo de vitamina B12. É válido até mesmo calcular a quantidade de vitamina B12 presente na alimentação, de forma a organizar melhor o consumo.

Fontes vegetarianas de vitamina B12

Alguns alimentos ovo-lacto-vegetarianos contêm vitamina B12 em quantidades suficientes e são passíveis de preencher a dose diária recomendada da vitamina. Aqui se assume, no entanto, que não existe uma necessidade aumentada ou capacidade reduzida. E é importante ressaltar que este estado de equilíbrio nem sempre é o caso.
Acreditamos que o consumo de vitamina B12 deve ser significativamente mais alto do que o consumo diário recomendado, uma vez que, como descrito acima, nem toda a vitamina B12 é absorvida pelo organismo. A necessidade de absorção é cerca de 4 a 5 vezes mais alta do que a dose recomendada, e mais alta quando existe uma desordem de consumo, ou um distúrbio nas mucosas gástricas. Neste caso, na nossa opinião, deve ser tomada uma dose 300 vezes superior á de indivíduos saudáveis.
Queijo camembert
3,1
103%
Queijo emmental
3,1
103%
Gemas de ovo
2,0
67%
Queijo edamer
2,0
67%
Queijo gouda
1,9
63%
Ovos de galinha
1,8
60%
Queijo muçarela
1,3
43%
Queijo fresco (10% gordura)
1,0
33%
Queijo quark
0,9
30%
Queijo da ilha
0,7
23%
Leite de cabra
0,5
17%
Leite de vaca
0,4
13%
Iogurte
0,4
13%
Claras de ovo de galinha
0,1
3%
Leite de cabra 
0,1
3%
Cerveja 
0,1
3%

 Fontes vegans de vitamina B12 

A discussão sobre a inclusão de vitamina B12 em uma dieta vegetariana levou a muitas teorias e alegações diferentes e também a uma série de estudos científicos, que, felizmente tem ajudado a entender melhor o problema da falta de vitamina B12. Abaixo estão algumas possíveis fontes de vitamina B12 para veganos que devem ser investigadas com mais detalhes.

 Alimentos vegans enriquecidos com vitamina B12

Uma forma de suplementar a quantidade de vitamina B12 consumida é a ingestão de alimentos enriquecidos com a vitamina. Essas adições de vitamina B12 podem ser encontradas, por exemplo, em cereais, leite de soja, iogurte de soja e pudins, sucos, alguns produtos substitutos da carne, extratos de levedura e muitas bebidas energéticas. Os teores de vitamina B12 são muito diferentes. É importante lembrar que não é permitido, ao abrigo do Regulamento biológico da UE, enriquecer alimentos orgânicos com vitamina B12, de modo que somente os alimentos produzidos a partir de agricultura convencional podem ser suplementados.
A tabela abaixo mostra alguns valores brutos para as categorias dos produtos mencionados. O teor de vitamina B12 pode variar dependendo do fabricante. É importante  notar que nem todos os produtos mencionados tem vitamina B12, mas sim apenas aqueles que tiveram a vitamina B12 adicionada. Em caso de dúvida a sugestão é verificar a embalagem, ou entrar em contato com o fabricante.
Extratos de levedura
15 – 50
2,4 – 8
Bebidas energéticas
2
5
Cereais matinais
0,8
0,2
Substitutos da carne
0,3
?
Sumos
0,2 -0,5
0,4 – 1,0
Leite, iogurte ou pudim de soja
0,1 – 0,5
0,2 – 1,0
Se estes produtos enriquecidos podem cobrir parte das doses diárias recomendadas  – uma vez que a adição de vitamina B12 destes alimentos é limitada, e o conteúdo de vitamina B12 é geralmente baixo, e a sua importância para a saúde é questionável, como em bebidas energéticas, e outras são dificilmente utilizadas pelo organismo, por exemplo, no caso dos sumos de fruta.
About these enriched products can cover part of their daily requirement vegan after all – as the sole vitamin B12 supply these products are rather limited, since the content of vitamin B12 is rather small, some are as health should be seen rather questionable (eg energy drinks) and others might hardly usable by the body vitamin B12 contain (eg fruit juices). 

A vitamina B12 proveniente de bactérias intestinais

A vitamina B12 é produzida exclusivamente por microorganismos e algumas destas bactérias são encontradas nos intestinos humanos. Em um estado de saúde perfeito, o homem não seria dependente de um consumo de vitamina B12 a partir dos alimentos.
No entanto, os locais de absorção da vitamina são nas membranas e  mucosas da boca e do intestino delgado. A maior parte das bactérias produtoras de B12 vivem no intestino grosso. Assim, o ponto de produção da vitamina B12 é inacessível para que ela possa ser absorvida naturalmente. A vitamina B 12 produzida no cólon é excretada.
Para mais, a flora intestinal e a absorção de vitamina B12 da maioria das pessoas está tão desequilibrada que a produção endógena de vitamina B12 é insuficiente para cobrir as necessidades. A absorção da vitamina B12 a partir de bactérias endógenas só é possível em alguns casos e em certas condições (ver o artigo sobre vitamina B12 vegan).
Esta é uma explicação para o porque de a maioria dos animais vegetarianos praticarem a ingestão das suas próprias fezes, solo ou partes de plantas.
Como seres humanos  somos mais dependentes da vitamina B12. No entanto, a quantidade de vitamina B12 que os herbívoros necessitam ainda não foi estabelecida. Enquanto os ruminantes, como é o caso das vacas, podem suplementar a sua própria necessidade da vitamina outros herbívoros dependem da B12 presente na alimentação.

A vitamina B12 proveniente da terra

No húmus, como encontramos na agricultura biológica, podem ser encontrados microorganismos produtores de vitamina B12. Ao consumir alimentos sem lavar e sem tirar a casca, como cenouras, raiz de salsa e afins seria possível ingerir uma certa quantidade de vitamina B12.
Este fato não tem sido explorado em, por exemplo, hortaliças orgânicas criadas em casa para um consumo auto-suficiente. No entanto, os valores de B12 poderiam ser muito diferentes, dependendo da qualidade do solo e  do tipos de microrganismos presentes, de modo que um valor geral não seria determinado.
Se essa forma de ingestão poderia preencher a demanda, é uma questão que poderia muito bem representar uma espécie de bloco para um fornecimento de B12 em várias fontes individuais. Antigamente, a oferta pode ter desempenhado um papel muito maior com a vitamina B12 da terra, o que hoje é provavelmente impossível devido a baixa qualidade e pureza da terra.

A vitamina B12 proveniente dos vegetais 

Não há conhecimento de vegetais que produzam endógenamente a sua própria quantidade de vitamina B12. Mas está provado que as plantas podem absorver vitamina B12 a partir do solo. Este é o caso quando são realizados testes em laboratório com uma elevada concentração da vitamina ou com fertilizantes enriquecidos com esta.
Os vegetais orgânicos podem, assim, conter pequenas quantidades de vitamina B12 decorrentes do fertilizante (leia-se de estrume ou outros métodos naturais). Mas esta é, afinal de contas, uma forma de contaminação a partir de um elemento exterior.
Em certos casos, culturas podem ser criadas de forma a que as suas raízes ou coroas contenham ainda vestígios de vitamina B12. Mas, geralmente, como é mais fácil suplementar os produtos diretamente, este tipo de estratégia não foi ainda desenvolvida.
No entanto, é de assinalar que em vegetais biológicos podem ser encontradas pequenas quantidades de vitamina B12. Mas uma quantidade de 0.1 mg/100 g é ainda uma pequena porção da dose diária recomendada, e assim, insuficiente. A menos que sejam consumidos vários quilos de vegetais por dia. Mas o importante é que o consumi de vegetais biológicos pode contribuir para uma pequena parte das necessidades diárias. 

A vitamina B12 proveniente de levedura

Levedura (fermento nutricional) naturalmente não contém vitamina B12. O rumor de que o fermento poderia conter vitamina B12 foi provavelmente criado por associação com vários suplementos de vitamina B12 dos alimentos – como o conhecido extrato de levedura Marmito – e pelo fato de que algumas cepas nutricionais de levedura de produção americana poderem conter pequenas quantidades de B12, uma vez que estas são cultivadas em melaço de meios de cultura especial. A levedura nutricional não contém, no entanto – a menos que seja especificamente enriquecido – nenhuma vitamina B12.

A vitamina B12 proveniente de algas: Espirulina, Chlorella, Nori

As algas possuem um lugar especial na discussão sobre fontes veganas de B12. Várias algas, especialmente a espirulina, chlorella e nori, são consideradas excelentes fontes de vitamina B12 e muitas vezes são anunciados como tal. Mas com resultados pesquisas recentes, gerou-se a controvérsia se realmente as algas contém uma forma de vitamina B12 utilizável pelo ser humano. A venda destes produtos tornou-se um mercado lucrativo e  muitos estudos foram desenvolvidos sobre este assunto, portanto eles podem ser considerados, porém  com muito cuidado.
A fim de entender como se concluiu que as algas poderiam conter muita vitamina B12, foi feita uma pequena revisão ao procedimento de medição da vitamina B12. No passado, o teor de vitamina B12 em alimentos foi determinado por métodos microbiológicos, ou seja por bactérias e algas, os chamados Corrinóides que necessitam para o seu crescimento. Corrinóides incluem um número de substâncias que tem uma estrutura molecular semelhante – incluindo a vitamina B12. Com estes métodos, portanto, apenas a parte do total corrinóides, mas não a proporção utilizável para humanos de vitamina B12 / cobalamina pode ser determinada.
Hoje, o teor de vitamina B12 é verificado por meio de ensaio de rádio diferencial e recentemente de IAC-HPLC (coluna de imunoafinidade – cromatografia líquida de alta performance) que visa distinguir a vitamina B12 a partir de outras corrinóides melhores.
Os supostamente altos níveis de vitamina B12 em algas, tais como na espirulina, foi determinada pelos fabricantes quase exclusivamente por meio de métodos microbiológicos – e é medido, portanto, não o teor de vitamina B12, mas o conteúdo corrinóide. Em comparação com a medição de ensaio de rádio mostraram diferenças extremas que deixou claro que é na maioria (cerca de 80%) da suposta vitamina B12, assim, medida susceptível de análogos de B12 biologia humana (xiii). Segundo testes da Vegan Society a Spirulina não representa, provavelmente, uma fonte de B12 utilizável por não melhorar os níveis de MMA.
Mais preocupantes ainda são os estudos que tem demonstrado que se for tomada spirulina e nori os níveis séricos de vitamina B12 aumentam a curto prazo (que também atingiu em B12 semelhante) nível de MMA (produto metabólico B12, marcador exclusivo para B12) dos pacientes, mas ainda significativamente deteriorada. Isso é frequentemente explicado com o fato do alto teor de semelhantes de vitamina B12 bloquear a absorção de vitamina B12 verdadeira e, portanto, o consumo total ainda menor. (Daniele et. Al.)
Apenas para chlorella interpretar os resultados do estudo atualmente disponíveis sugerem que há, de fato, a possibilidade de ser uma fonte de B12 de qualidade.
Até este tópico o conhecimento exato e estudos significativos, deve-se presumir que as algas não são fornecedores confiáveis de B12.

Alimentos fermentados

Os alimentos fermentados incluem uma variedade de compostos resultantes de processos de fermentação ou culturas de fungos. Como fonte de vitamina B12 são mais frequentemente apontados o tempeh, sourdough, chucrute e cerveja aqui.
No caso do shoju, tamari e tempeh, apesar das frequentes menções de que alguma vitamina B12 foi encontrada, os fabricantes não podem confirmar.
No caso do sourdough e chucrute, não existem valores confiáveis. Em chucrute um baixo teor de menos do que 0,5 g / 100g é medida com o método da microflora dada uma e outra vez. A proporção de B12 real não é conhecido.
O conteúdo B12 na cerveja é, de acordo com a CMA a 0,8 ug / 100g. Mas devido a circunstâncias óbvias, mas não se recomenda o consumo diário de grandes quantidades de cerveja para fornecimento de vitamina B12.

Salsa, espinheiro mar e suco de grama de trigo

Na salsa, espinheiro mar e suco de grama de trigo existe a possibilidade de conter alguma vitamina B12. Ainda não está claro se o conteúdo surgiu por contaminação, e qual é o verdadeiro conteúdo de vitamina B12, o mais provável, é, nestes casos, a contaminação. 
Desde então, mantém o rumor de que o espinheiro mar seria uma fonte de B12 bastante confiável.
Suco de grama de trigo e vários brotos são alimentos que tem alguns resultados promissores como contendo vitamina B12, mas atualmente ainda inexplorado para isso, para tornar a informação confiável. Também aqui é novamente claro até que ponto a B12 vem da terra – isto é, por conseguinte, na verdade, uma contaminação altamente variável.

A vitamina B12 proveniente de suplementos alimentares

A oferta vegana confiável de vitamina B12 a partir de alimentos naturais é baseada no conhecimento atual, portanto, é muito difícil ou mesmo impossível de classificar.
Os alimentos enriquecidos não estão disponíveis na qualidade orgânica, de modo que eles devem se omitir para muitas pessoas. Também não é sempre claro qual a forma de vitamina B12 usada e como esta reage com os outros ingredientes. Assim, no caso do sumo de multivitaminas, é muito duvidoso que a vitamina B12, em contato com doses elevadas de vitamina C e de outros ácidos, seja absorvida sem danos.
Consideramos, portanto, o conselho da Sociedade Vegana que é ingerir a vitamina B12 em vez de suplementos de vitamina B12 que é, na verdade, a única forma para evitar o risco de deficiência de vitamina B12, e com segurança para veganos. Uma vez que os produtos são muito caros, os níveis podem ser medidos confortavelmente e uma overdose é quase impossível, não há hoje razão para que as pessoas veganas devam assumir os riscos de uma deficiência de vitamina B12. A qualidade de vida e vitalidade aumenta drasticamente pela ingestão de vitamina B12.
No caso dos vegetarianos, uma revisão da dieta desempenha um papel importante, para estar seguro da quantia de B12, isso pode ser controlado por um MMA no teste de urina.

Os suplementos de vitamina B12 são vegans?

As preparações de vitamina B12 são obtidas a partir de culturas bacterianas. O meio nutriente é geralmente também vegan. Os rumores de que a B12 seria criada a partir das entranhas de animais falta de produção industrial moderno de vitamina B12 numa base realista. No caso de uma dieta vegan, no entanto, é adequado garantir que o suplemento de B12 é descrito como vegan como alguns suplementos de vitamina B12 podem conter aditivos alimentares não veganos, como lactose ou gelatina.
Algumas empresas querem usar bactérias geneticamente modificadas para a sua produção de B12, uma vez que estes produzem mais vitamina B12, de acordo com o wikipedia inglês. Infelizmente, essa informação não será facilmente comunicada, de modo que somente os respectivos fabricantes podem confirmar a demanda da produção.
FONTE DA MATÉRIA:   AQUI

Referências:

Tecnologia do Blogger.

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