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segunda-feira, 11 de junho de 2018




Primeiro a Monsanto negou que o milho transgênico, semente produzida por eles para o mundo todo, fizesse algum mal à saúde de quem o consome. Negou, negou mas, as evidências foram incontornáveis e, claro, durante o processo a verdade veio à tona. Sim, o milho transgênico faz um mal danado à saúde de quem o consome.

No Brasil, e no mundo, grande parte de todo o milho cultivado em monocultura é transgênica e direcionada ao consumo animal - produzimos milho, transgênico para alimentar gado diverso. Ou seja, os efeitos dessa transgenia vão para a carne que comemos, é de se supor.

O milho é um dos alimentos mais antigos da história da humanidade e tem uma importância imensa na alimentação dos povos latino-americanos, sua região de origem mas, se o milho transgênico faz mal para a saúde, então vamos comer o quê? E como suprir todos os benefícios que o milho nos dá? Vitaminas A e B, proteínas e minerais (ferro, fósforo, potássio e cálcio) se junto com eles engolimos também o Bacillus thuringiensis e outros componentes alheios à nossa alimentação e interesse?

Um artigo do biólogo molecular Gilles-Eric Séralini publicado no International Journal of Biological Sciences confirma que ocorrem os efeitos negativos sobre o nosso fígado e rins, pela sobrecarga de toxinas que os grãos transgênicos nos aportam. Durante o processo contra a Monsanto, os pesquisadores publicaram e divulgaram os estudos comparativos que fizeram entre os efeitos das sementes transgênicas de milho MON 863, NK 603 e MON 810 sobre a saúde de mamíferos (as duas últimas são permitidas no Brasil).

O mau efeito do consumo de milho transgênico
O consumo do milho NK 603, permitido no Brasil, resulta em perda da função renal e alterações importantes nos níveis de creatinina tanto no sangue quanto na urina - segundo os pesquisadores, estes dados podem ter a ver com a geração de problemas cardíacos pois indicam afetação significativa dos músculos.

Já o milho MON 810 resulta em aumento dos processos imuno-inflamatórios generalizados e hiperplasia branda dos rins nas fêmeas. Ou seja, segundo esse estudo francês, conclui-se que existem evidências claras de que essas três variedades de milho modificado, as mais abundantes nos monocultivos by Monsanto, contribuem bastante para o aumento dos processos inflamatórios, que já se sabe serem precursores de outras doenças, dentre elas, do câncer.

Bom, e não devemos esquecer que a monocultura transgênica, seja ela de milho, soja, ou do que for, vem carregada da toxicidade dos pesticidas mais perniciosos (glifosato e Bt) que já se conhecem, não? Induzem a um estado de toxicidade, que pode resultar da exposição a pesticidas (glifosato e Bt - Bacillus thuringiensis).

Mentira ou avaliação obtusa da CTNBio?
Resulta desta avaliação de que é mentirosa ou, no mínimo, obtusa, as conclusões da Comissão Técnica de Biossegurança, a CTNBio, quando informa que “o milho NK603 é tão seguro quanto às versões convencionais”, que a modificação genética “não modificou a composição nem o valor nutricional do milho”, que “há evidências científicas sólidas de que o milho NK 603 não apresenta efeitos adversos à saúde humana e animal” e que “o valor nutricional do grão derivado do OGM referido tem potencial de ser, na realidade, superior ao do grão tradicional”. A CTNBio também avalia que no caso do MON 810 “os efeitos intencionais da modificação não comprometem sua segurança nem resultaram em efeitos não-pretendidos” e que a “proteína é tóxica somente para lagartas” (Movimento dos Pequenos Agricultores - MPA).

Para ajudar nessa discussão, proponho que você leia atentamente a entrevista com Antônio Inácio Andrioli que explicita os riscos reais que sofremos ao continuarmos permitindo que alimentos transgênicos componham nossa indústria alimentar, seja ela como ração animal ou não. Os danos ambientais afetam tanto a humanos quanto à toda a vida.

Lutar é preciso
É preciso ter atitude e participar na Campanha “Por um Brasil livre da transgenia”.

Milhos crioulos
A melhor possibilidade que temos para sair deste atoleiro de doença e transgenia é recorrer às sementes crioulas que, em cada região, são adequadas às condições ambientais e resistentes aos bichinhos mais prejudiciais. Claro, o milho vai ter que deixar de ser aquele amarelinho, todo de grãos idênticos, com espigas todas cheias e perfeitas. Aliás, é essa perfeição, tão ao gosto do mercado de capitais e lucros, que vem estragando a saúde de todos nós.

E, claro, para que isto seja possível de se realizar, teremos de privilegiar a produção agroecológica dos pequenos produtores rurais. Esta é a revolução necessária para que a saúde humana seja preservada. Nem mas, nem meio mas...


segunda-feira, 22 de junho de 2015

O cloreto de sódio  (NaCl) consiste em um dois mais importantes e conhecidos sais da química inorgânica, e apresenta em sua estrutura um cátion, derivado do elemento químico sódio,  e um ânion, derivado do elemento químico cloro, monovalentes, que confere à molécula uma relativa hidrossolubilidade e solubilidade na maior parte dos solventes polares. Comumente é designado por sal de cozinha ou simplesmente por sal, e se apresenta em condições normais como um sólido cristalino branco.
O NaCl apresenta uso doméstico no processo de salga da comida e na conservação de alimentos (carnes e pescados). Na alimentação humana, é importante que contenha pequenas concentrações de compostos iodados, compostos esses difíceis de serem encontrados naturalmente, sendo que sua carência metabólica pode acarretar problemas de tireoide,
Por isso ao sal de cozinha é adicionado iodo.
Segundo alguns especialistas o sal de cozinha ou cloreto de sódio consumido em excesso causa hipertensão arterial podendo levar a outros problemas graves de saúde.
O sal retirado do mar ou minas na verdade não é o cloreto de sódio, o sal integral que é a sua forma natural possui cerca de 88 minerais, que por sinal são importantíssimos para o bom funcionamento do nosso organismo.
Mas o processo de refinamento para se obter o cloreto de sódio, elimina todos os minerais ficando apenas cloro e sódio, e nesse processo todo é utilizado vários produtos químicos que são prejudiciais a nossa saúde, fazendo assim com que o cloreto de sódio seja mais prejudicial ainda do que já é, não é de se assustar porque tantas pessoas não podem utilizar esse produto.
Por outro lado se o sal fosse comercializado em sua forma integral teríamos muito menos problemas pois estaríamos ingerindo minerais que são essenciais para o desempenho correto do nosso organismo.
Mas afinal de contas porque esse tipo de informação não chega até aqueles aos quais deveriam chegar? nesse casso a população?
Com certeza há alguma desinformação a respeito até mesmo para as classes médicas, ou quem sabe estão omitindo isto da população por algum motivo, até porque nos dias nos quais estamos vivendo há muitos interesses financeiros obscuros por trás da maioria dos produtos comerciais.
E para aqueles aos quais chega esse tipo de informação, assim como você que está lendo este post, se beneficia das propriedades minerais contidas nos sais naturais.

CONHEÇA OS 3 SAIS QUE SÃO COMERCIALIZADOS EM SUA FORMA NATURAL:

Sal Integral: O sal marinho integral contém cerca de 84 elementos, entre os quais: iodo de fácil assimilação e nas quantidades necessárias para o organismo, magnésio, cálcio, enxofre, sódio (o teor de sódio deste sal, é menor do que no sal refinado), carbono, zinco, cobalto, fluor, fósforo, ferro, lítio, manganês, mercúrio, molibdénio, potássio, selénio, prata, ouro, urânio, etc..







Flor de Sal: A Flor é um produto Natural e o seu processo de coleta é artesanal.

Devido a sua naturalidade, a Flor de Sal não sofre nenhum desgaste no processo da produção e colheita, inclusive no processo de secagem que é 100% natural, isto é, ao Sol.














Sal Rosa do Himalaya: Dentre os tipos de sal disponíveis no mercado o sal do himalaia é sem a menor sombra de dúvidas a melhor opção de escolha.
O sal rosa é integral e possui até 84 minerais necessários para o bom funcionamento do corpo humano, além disso, milhares de especialistas na área da saúde o reconhecem e recomendam como o mais saudável do mercado.


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