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quarta-feira, 4 de outubro de 2017



Avastin 400mg, solução injetável, frasco-ampola contendo 16ml


Câncer colorretal metastático (CCRm)

Avastin, em combinação com quimioterapia à base de fluoropirimidina, é indicado para o tratamento de pacientes com carcinoma metastático do cólon ou do reto.

Câncer de pulmão de não pequenas células localmente avançado, metastático ou recorrente. continuar lendo.

R$ 8.786,00

Herceptin
Herceptin 440mg, caixa com 1 frasco-ampola + diluente com 20ml

Para que serve?

Câncer de mama metastático Herceptin é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de mama metastático que apresentam tumores HER2-positivo: Em monoterapia (sem outros agentes antitumorais) para o tratamento de pacientes que já tenham... continuar lendo

De R$

10.910,00  

até R$

13.900,00

Revlimid 

funciona sobre o sistema imunitário. Ele faz com que as respostas imunes para diminuir o crescimento do tumor. Revlimid é usado para curar a anemia (falta de células vermelhas do sangue no corpo), mieloma múltiplo (cancro resultante de uma progressiva doença do sangue), e o linfoma de células do manto (um raro câncer dos gânglios linfáticos). continuar lendo.

De R$
670,00  
até R$
2.200,00



Retuximabe

Para que serve:

 Solução para diluição para infusão. Rituximabe é indicado para o tratamento de: Linfoma não Hodgkin Pacientes com linfoma não Hodgkin de células B, baixo grau ou folicular, CD20 positivo, recidivado ou resistente à quimioterapia; Pacientes com linfoma não Hodgkin difuso de grandes células B, CD20 positivo,... continuar lendo


A partir de
 
R$ 2.790,00   


Glivec Mesilato de Imatinibe - Fiocruz 400 mg com rev ct bl al plas trans x 600 (emb hosp)

Para que serve?
Mesilato de Imatinibe (substância ativa) é indicado para Pacientes pediátricos com Leucemia Mieloide Crônica (LMC) cromossomo Philadelphia positivo (Ph+) recém-diagnosticada e sem tratamento anterior; Pacientes adultos com Leucemia Mieloide crônica... continuar lendo.


A partir de
 
R$ 5.798,00

Pemetrexede Dissódico - Glenmark 500mg, solução pó injetável, 1 frasco-ampola contendo 30ml

Para que serve?
Pemetrexede dissódico pode ser utilizado para o tratamento dos seguintes tipos de câncer: Mesotelioma pleural maligno que não pode ser retirado por cirurgia; para o tratamento do mesotelioma, pemetrexede dissódico deve ser utilizado em combinaçã... continuar lendo


De R$  2.090,00  até R$ 2.199,00

Zytiga 250mg, frasco com 120 comprimidos
Para que serve?
Zytiga, em combinação com os medicamentos prednisona ou prednisolona, é indicado para: O tratamento de pacientes com câncer de próstata que se espalhou para outras partes do corpo, que não apresentam sintomas ou apresentam sintomas leves, após...Continuar lendo

De R$

10.420,00   

até R$

13.960,00


Nilotinibe


Para que serve:

 Nilotinibe (substância ativa) é indicado para O tratamento de pacientes adultos com leucemia mieloide crônica cromossomo Philadelphia positivo (LMC Ph+) em fase crônica recém-diagnosticada; O tratamento de pacientes adultos com leucemia mieloide crônica cromossomo Philadelphia positivo (LMC Ph+) em fase crônica... Continuar lendo

A partir de R$

11.800,49
Sandostatin LAR 20mg, frasco com 2,0ml

Para que serve?

Sandostatin Lar é usado para: Tratamento de acromegalia; Alívio de sintomas associados com a superprodução de alguns hormônios específicos e outras substâncias relacionadas pelo estômago, intestino ou pâncreas; Tratamento de tumores neuroend... Continuar lendo

De R$
4.798,65   
até R$
6.313,94

Afinitor 10mg, caixa com 30 comprimidos

Para que serve?

Seu médico pode prescrever Afinitor comprimidos para o tratamento de: Mulheres na pós-menopausa com câncer de mama avançado, receptor hormonal positivo, em combinação com um inibidor da aromatase, após terapia endócrina prévia; Tumores neuroen... Continuar lendo
De R$ 10.489,90   até R$ 13.437,00


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terça-feira, 3 de outubro de 2017

Matéria de Vitor Sorrentino, Médico, vinculada no portal terra em 2014.

 Hoje minha intenção é fazer você refletir. Vou falar sobre a verdade do sistema farmacêutico no Brasil, onde profissionais ganham comissões, viagens, jantares e congressos, tudo para que simplesmente prescrevam medicamentos à população. Sem dúvida alguma esta é uma das reportagens mais assustadoras que você verá em termos de saúde, sobre uma verdadeira máfia da doença.

(Se quiser se aprofundar no assunto, assista à essas 2 excelentes reportagens: A Máfia da doença – parte 1 e A Máfia da doença – parte 2)

Esta é uma história verídica que presenciei e vou, com toda certeza, fazê-los pensar muito. Vou resumi-la para que vocês entendam o recado diretamente:

Gustavo (nome fictício) descobriu que era portador de um tumor de reto (câncer de intestino) há alguns meses. Estava bem, mas com única queixa de sangramento ao evacuar. Desespero familiar e pessoal, primeiro caso na família, homem jovem (50 anos), de hábitos de vida e alimentação saudáveis. Foi levado aos especialistas conhecidos como “professores”, “PhDs” na cidade do Rio de Janeiro e a decisão foi tomada: apesar de não haverem evidências de metástase, ele entraria no protocolo da Quimioterapia seguida de Radioterapia e depois seria submetido a cirurgia curativa.

Como ele tem médicos na família, a decisão teve forte apoio familiar e confiança total no protocolo indicado. Em seu caso, indicaram uma Quimioterapia nova, com doses orais e um tratamento particular. Naquele “jogo” habitual de um médico mandando pro outro para estabelecerem um tratamento “ideal”, o tratamento foi iniciado.

Lembro como se fosse hoje, de ter passado algumas noites pensando sobre o que eu poderia fazer para ajudá-lo, já que toda estrutura da minha Clínica fica em Porto Alegre e que, mesmo assim, muito do que eu aconselharia, poderia trazer sérios problemas sociais de minha opinião, com a opinião mais ortodoxa dos familiares médicos. Passei dias pensando na frase que ouvira não só de um de meus maiores mestres, Dr. Lair Ribeiro, bem como da boca de outros muitos cientistas desvinculados às indústrias farmacêuticas: “Grande parte dos pacientes com Câncer não morrem do câncer, mas sim das Quimioterapias”.

Decidi ir até ele, e ainda no primeiro dia de seu tratamento fui claro e objetivo. Disse-lhe que se fosse Eu, em seu caso, sem metástases, não faria Quimioterapia. O motivo é longo, mas fundamentalmente baseado no fato de que ninguém sabe o que pode acontecer de efeitos colaterais com estes venenos. Se fosse realizado somente a Radioterapia na busca de diminuir o Tumor e, posteriormente uma Cirurgia para removê-lo, com toda certeza a segurança era muito alta de resolução do problema.

Portanto, Quimioterapia para que? Para talvez uma possibilidade de, no futuro, não ter recidiva? E como acreditar nisso, se nunca comparamos os indivíduos com eles mesmos para saber se realmente vale a pena ou não nestes casos? Vejam bem, estou falando sobre um caso isolado, pois em outros tipos de tumores, as abordagens podem ser diferentes e mesmo minha opinião sobre Quimioterapia pode ser positiva.

Mas isso me motivou a pesquisar, pesquisar e ver que por coincidência, a única classe de medicamentos NO MUNDO que até hoje nunca precisou ser comparada a placebo (pílula de farinha ou açúcar), foram os Quimioterápicos. Muito estranho, pois a resposta da indústria farmacêutica é que esta doença é muito importante, que não há espaço para se comparar com placebo.




Então, resumindo:



Nunca testamos a diferença das quimioterapias em termos de recidiva, com tratamento placebo!


Milhares de pessoas morrem por efeitos adversos destes venenos!


Se realizar a cirurgia estaremos “nos livrando” do problema!


Só Deus sabe se no futuro haverá recidiva (existem muitos detalhes aqui a serem ditos)!


máfia da doença

Bom, não tinha como eu não ir lá e falar com aquele homem, colocar pra fora a angústia que me prendia ao conhecimento que tinha comigo. Ao mesmo tempo sabia que seria somente uma voz, que apesar de ter muita confiança por parte dele, não transcenderia a opinião daqueles super especialistas. E na verdade, inclusive quando fui até o Dr. Lair Ribeiro para pedir-lhe opinião, fui aconselhado a não interferir, por diversos motivos.

A evolução do tratamento passou a ser drástica e triste, pois já no quarto dia da quimioterapia o homem estava em uma situação absolutamente debilitada, nem parecia mais aquele homem enérgico e com toda vida que conhecera, e já aproximadamente no sétimo dia ele teve que ser internado em um hospital de médio porte.

A situação se agravou, a CTI daquele hospital não tinha condições para atendê-lo quando o quadro evoluiu para insuficiência respiratória, e graças então ao familiar, depois de muita luta para tentar conseguir uma vaga em um hospital que pudesse mantê-lo vivo, a transferência foi feita.

Situação de tristeza familiar, transtorno para toda aquela família que teve que se deslocar ao Rio de Janeiro para lutar junto daquele homem diariamente, desestabilização financeira, psicológica, enfim aquela história que não desejamos nem aos nossos piores inimigos (para quem os tem).

Os efeitos da Quimioterapia mantiveram-no em coma por quase 3 meses e, coincidentemente, no leito ao lado (em um dos melhores e mais bem equipados hospitais do Rio de Janeiro), também estava uma pessoa em coma devido a efeitos colaterais de quimioterápicos. Luta, comoção. Eu mesmo visitei-o frequentemente e fiz questão de encostar nele e incentivar todo familiar que fizesse a higiene adequada e também o fizesse, ao contrário de todos os “avisos” dizendo para encostar o mínimo possível no paciente pelo risco de infecção. Mas pedi que todos tivessem somente pensamentos positivos, concentrassem suas energias em coisas boas e nunca em tristeza e piedade por aquela situação.

Quem chegasse ao lado dele, apesar da cena assustadora inclusive para médicos, com a pele completamente alterada e parecendo queimada, sem cabelos, emagrecimento com edema generalizado e todos os aparelhos possíveis, tinha que sorrir, conversar com ele em tom firme, ter certeza de que melhoraria e passando através das mãos sobre qualquer parte de seu corpo, um feixe de energia potente, de luz amarelo ou dourado brilhante (baseado em conceitos cromoterápicos milenares).

Bem, mas passados 3 meses ele saiu do coma, indo contra qualquer opinião médica possível, pois todos eram enfáticos em dizer que as chances eram mínimas (e eu como médico sei que estavam ali falando exatamente a verdade dos fatos). Saído do coma foi para o leito e, após mais 1 mês recuperando-se, conseguiu sair do Hospital, porém com o seu foco do problema (o Câncer), absolutamente em segundo ou último plano. O objetivo durante toda internação, foi salvar a sua vida dos efeitos da Quimioterapia e só. E a partir do momento em que se iniciou o quadro dos efeitos maléficos, vocês sabem quantas vezes aquele médico professor PhD e super especialista que indicou o tratamento, se pronunciou ou ao menos foi até o hospital ver o que havia acontecido e explicar o porque? NENHUMA!

Parece brincadeira, mas não é! O trabalho daquele profissional foi simplesmente indicar uma droga (sabe-se lá com quais reais motivos) e lavar as mãos para o que poderia ou não acontecer, afinal de contas, ele estaria protegido pelo Protocolo. Todos prescreveriam algum quimioterápico, pois faz parte do protocolo de tratamento. Mas vocês querem saber o que eu peso? Me desculpem a expressão, mas “que se dane o protocolo”, não estamos tratando robôs nem animais irracionais! Lidar com pessoas, necessita individualização de condutas, personalização de opções terapêuticas e análise criteriosa de riscos X benefícios.



medicamentos

Máfia da Doença: médicos que podem matar pacientes



Se este tipo de conduta pode levar o paciente à morte sem nenhuma garantia de que no futuro irá de fato evitar uma recidiva, ao passo que o outro tratará diretamente o problema, o mínimo desejável e esperado é que as coisas sejam esclarecidas com paciente e família. O mínimo é honestidade, ponderação, humanização. E depois do problema, simplesmente dizer que ele caiu na estatística e que poderia acontecer, e que a culpa é do câncer? Nem se quer ir até o Hospital e a família ser obrigada a contratar, em caráter obrigatório e particular, um médico que possa acompanhar e tentar resolver a situação dentro do CTI, se tornando o médico responsável? Parece piada, sinceramente!

Sim, revolta, mesmo eu sendo médico, sabendo que a maioria dos médicos não compactuam com estas atitudes, mas também sabendo que, como os próprios familiares médicos fizeram, acabamos acreditando que era realmente a única e correta opção, pois aprendemos nas universidades que os protocolos devem ser seguidos independente do caso e atrás disto, nos escondemos e eximimos da responsabilidade da consciência pessoal literalmente.

E esperem aí, porque a história ainda não terminou! Um dos efeitos colaterais dos quimioterápicos foi uma queimadura extensa também a nível interno das mucosas e o esôfago estenosou (fechou, colou). Resultado disto: alimentos não passam mais pelo trato digestório e ele está sendo obrigado a se alimentar por uma sonda colocada através da pele diretamente no estômago todos os dias, mesmo após 3 meses fora do Hospital.

Neste período ele está se recuperando, que fique claro, não do câncer, mas da quimioterapia), se alimentando por sonda, ou seja, necessita sempre de ajuda para o preparo, caminhando agora com muletas, pois passou boa parte do tempo sem conseguir firmar as pernas devido a uma grande perda de massa muscular e, enfim, buscando estar recuperado para a próxima etapa.

A situação atual é que ele retomou somente a radioterapia para tentar desta vez diminuir o Tumor, depois será submetido a uma cirurgia para removê-lo, depois recuperação e, por último, a parte mais delicada e perigosa: tentativa de reconstrução do trânsito digestivo através de uma complicada cirurgia.

Mas vamos aos fatos e deixem-me tentar respirar profundamente, secar meus olhos cheios de lágrimas, e pontuar o objetivo deste meu post: será realmente que estamos no caminho correto? É esta medicina avançada que temos em pleno 2014? Como confiar neste tipo de abordagem? Quais são os interesses que estão movendo parte de nossa ciência?

As questões são inúmeras, eu tenho boa parte das respostas e você deve tentar construir as suas, pois já lhes dei aqui muita informação para fazê-lo.

Gostaria de lembrar que NUNCA tenho objetivo de generalizar uma comunidade inteira de médicos, nem mesmo das especialidades.

A você, que está lendo este post, agradeço por fazer parte de uma corrente em busca de mudanças. Agradeço o interesse pela saúde e peço que compartilhe, principalmente as reportagens, pois precisamos acordar para uma realidade diferente. É injusto generalizarmos classes, porém se quisermos justiça devemos fazer a nossa parte para atingi-la.

Esta ligação tão próxima de indústrias farmacêuticas com médicos, os pagamentos de comissões, aquele programa “ROPP” que contabiliza, identifica e recompensa os profissionais que mais receitam um ou outro fármaco, que paga congressos, jantares, reformas e enchem os consultórios médicos de representantes com suas amostras “grátis” não são o caminho correto e todos nós sabemos disto.

FONTE: CLIQUE AQUI

sexta-feira, 22 de setembro de 2017



Este assunto é muito polêmico e divide muitas opiniões, pois envolve vidas humanas que são quase que forçadas a realizar tratamentos convencionais, QUIMIOTERAPIA, RADIOTERAPIA E CIRURGIA, claro que essa coação não é física mas em maior parte psicológica, aproveitando da fragilidade e desgaste físico ocasionado pela própria doença.
Fora esse quesito, existe também a constante tentativa por parte dos médicos em mostrar que tratamentos alternativos não tem nenhum valor, o jargão sempre usado é, NÃO TEM COMPROVAÇÃO CIENTIFICCA". Interessante porque a comprovação cientifica relacionada aos tratamentos convencionais são as piores possíveis e isso não é dito ao paciente que se submete aos tratamentos convencionais.

Em média quimioterapia só funciona em 2,5% dos casos e isso voce vai poder descubrir lendo o PDF QUE ESTÃ disponível para download.

Coloquei esse PDF disponivel devido a incredulidade de muitos sobre o que falo, então espero que no minimo leiam o artigo,  E É BOM QUE SAIBAM INGLES.






quinta-feira, 22 de junho de 2017


No mês de maio passado o jornalista e apresentador do programa CIDADE ALERTA revelou estar com câncer no pâncreas já em estágio avançado, isso comoveu todo o brasil e principalmente os parentes próximos.
O câncer já estaria inclusive com metástases, acometendo também outros orgãos como o fígado.
Há relatos de que Marcelo Resende fez algumas sessões de quimioterapia no hospital Albert Eintain em São Paulo, mas vários sites da internet tem publicado que Marcelo abandonou os tratamentos com quimioterapia para seguir tratamentos alternativos, em específico a DIETA CETOGENICA que é bem difundida pelo cardiologista e nutrólogo Dr Lair Ribeiro.

Mas, médicos especialistas em câncer condenaram a atitude do apresentador, dizendo que isso pode piorar a situação e que talvez isso provoque reações inesperadas no organismo.

A médica Marianne Pinotti, que apareceu no programa Super Pop da última segunda-feira (19),
disse que o ideal é alinhar os dois tratamentos. "A escolha de abandonar o procedimento
padrão da quimioterapia pode ser prejudicial à saúde do paciente", acrescentou.

O portal UOL foi o primeiro a noticiar que o jornalista teria abandonado a quimioterapia para
seguir com um tratamento à base de alimentação, segundo o portal teria confirmado um amigo próximo. a dieta que Rezende está seguindo é rica em proteínas e gorduras.


O problema maior com esse tipo de notícia é que a maioria dos médicos entendem muito pouco e quase nada de alimentação, pois foram treinados para intervir com uso de medicamentos e não com uso de nutrientes nutrientes nosso corpo sabe muito bem como utilizar, o que para medicamentos não podemos dizer o mesmo, embora tentem explicar uma dieta como a dieta cetogênica, não conseguem pois não sabem nem como funciona.

A dieta cetogênica não é rica em proteinas como foi dito acima, mas sim em gorduras, visto que serão as gorduras as responsáveis por prover energia ao corpo, as proteinas serão somente a quantidade necessária para prover as renovações celulares corporais, no caso das gorduras elas irão substituir os carboidratos que é a fonte de energia habitual do nosso organismo, e que segundo o ganhador do nobel de medicina Otto Heinrich Warburg, alimenta as células cancerígenas provendo glicose para as mesmas.
Segundo essa premissa alimentando as células com gordura e cortando carboidratos as células cancerígenas não teria substrato para se reproduzirem, visto que só utilizam glicose.
Retirar a glicose de uma célula cancerígena seria o mesmo que retirar a gasolina de um carro que não
seja FLEX ele não funcionaria com alcool.

Existe um relato muito interessante de um americano que se livrou de um cancer metastático somente com a dieta cetogênica e temos vários estudiosos do assunto aplicando essa técnica com bastante exito.




Mas, voltando ao nosso assunto, o que se sabe é que os fãs, seguidores, amigos e familiares do apresentador Marcelo Rezende, estão torcendo pela recuperação
do criador do "corta pra mim". Ele sempre dá #Notícias aos seus fãs sobre o seu estado de saúde
e recebe muito apoio nas redes sociais. Se depender de todos, ele sai dessa rapidinho.


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